UNION, NJ | Portuguese American Civic Association (PACA) celebrou o Dia de Portugal

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    Foi com arraiais bem à portuguesa que a Portuguese-American Civic Association (PACA), de Union, celebrou o Dia de Portugal.

    Foram três dias em que a organização fez o seu melhor para que nada faltasse à vasta assistência que marcou presença, a exemplo do que tem sido feito nos anos anteriores.

    O local foi o habitual, o recinto da Igreja Grega de St. Demetrios, na Rahway Avenue, o tempo também colaborou, bom sol sem ser muito quente, tudo a proporcionar condições para a boa festa que ali deorreu.

    O primeiro arraial começou às 7:00 horas da tarde de sexta-feira e prolongou-se até às 10 horas. Para além do serviço de cozinha e bar, houve animação musical por tocadores de concertina (Gaita Night) e exibição de folclore com dois ranchos infantis.

    No sábado o arraial abriu às 2 horas da tarde de novo com o serviço de cozinha e bar. O recinto começou por ser animado pelo conjunto EuroSound, e mais tarde com a actuação do Rancho Folclórico Praias de Portugal que se deslocou de Quebec, Canadá, com o Rancho Danças e Cantares de Portugal, da PACA, e com a demonstração de uma aula de Zumba.

    No domingo à 1 hora da tarde já os fogareiros trabalhavam a todo o carvão para completar o serviço de cozinha e bar, enquanto a música gravada se fazia ouvir bem longe. Durante a tarde actuou o grupo de bombos Os Rouxinóis da Casa do Minho, e o grupo Folclórico do Clube Português de Harford, Conn.

    Às 9 horas da noite os festejos foram encerrados com a certeza de que embora de forma diferente o Dia de Portugal ficou devidamente assinalado na localidade de Union.

    Registe-se que esteve ao dispor da assistência um esmerado serviço de cozinha e bar onde não faltaram as sardinhas assadas, as bifanas, o frango de churrasco, o camarão, os “clams”, as “hamburgers”, os “hot dogs”, a sopa, as farturas, as bebidas de várias espécies, os refrescos e o café, para além das caipirinhas.

    Para fazer isto acontecer numerosos grupos de trabalho deram o máximo do seu esforço desde os fogareiros por onde passavam as sardinhas, o frango de churrasco e as febras, entre outros, passando pelo pessoal a servir ao balcão, pelos funcionários do bar, pela quermesse e outros sectores onde os clientes eram servidos.