Ras Baraka reune-se com a comunidade por causa do Dia de Portugal

    868

    Ras

    O Mayor Ras Baraka anunciou no passado fim de semana que se preparar para se reunir com empresários da Ferry Street e outros membros da comunidade portuguesa de forma a encontrar formas de dividir os custos da organização do Dia de Portugal, em Junho do próximo ano e também de expandir oportunidades e desenvolvimento da comunidade.

    Nos encontros que planeia ter, Baraka estará ao lado de membros do conselho municipal, directores comunitários públicos e privados e outros grupos comunitários. As datas e horas dos encontros ainda não foram devidamente determinados.

    “O Dia de Portugal é um dos eventos mais importantes que têm lugar na nossa cidade, que traz milhares de pessoas de todo o estado e de outros estados para elevar a tradição e a cultura lusófona,” refere Bakara em comunicado. O Mayor refere que, nos anos mais recentes, os custos das comemorações têm sido elevados e que não podem ser suportados pela autarquia. Daí a necessidade de serem encontradas fórmulas de partilha de custos. Nos anos anteriores diz Baraka, “a cidade tem chamado a si a maior parte dos custos da parada anual e do festival,” realçando ainda a presença de cidadãos da lusofonia que se associam às celebrações.

    A juntar à essência dos encontros, o Mayor pretende ainda trabalhar com a comunidade portuguesa em questões que têm a ver com a criação de emprego, formação para adultos e jovens e ainda temas relacionados com a segurança pública.

    Falando em nome da União dos Clubes Portugueses de New Jersey, o seu responsável máximo, Fernando Grilo afirmou; “A nossa relação começa agora e espero construir uma relação com o Mayor Baraka. Já tivémos vários encontros relacionados com iniciativas que irão ter lugar no Bairro Leste. A nossa comunidade dá as boas-vindas ao Mayor.”

    Recordamos que há algumas semanas Fernando Grilo mencionou o facto que haveria necessidade imposta pela câmara de a Comissão do Dia de Portugal ter de pagar antecipadamente cerca de 60 mil dólares para que o Festival se realizasse, face à dívida existente na Câmara, no que respeita a limpeza de ruas e pagamento de polícia, bombeiros e outras despesas.