ELIZABETH, NJ | Quim Barreiros e o seu conjunto voltaram ao PISC para um espectáculo muito aplaudido

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    O cantor Quim Barreiros e o seu conjunto voltaram ao PISC para mais uma actuação muito aplaudida e sempre muito apreciada.

    Este foi o último espectáculo na área, depois de Newark e Long Branch, onde certamente estiveram presentes muitos admiradores da zona de Elizabeth, o que poderá justificar que o salão não estivesse cheio como tem acontecido em ocasiões anteriores. Mas as cerca de duas centenas e meia de espectadores foram suficientes para fazerem transbordar os aplausos e as manifestações de apreço pelo artista minhoto.

    Uma boa parte do reportório que preencheu o espectáculo é já mais ou menos conhecido como A Cabritinha, O Riacho da Pedreira, O Bacalhau à Portuguesa, Mestre de Culinária ou a Garagem da Vizinha, o que também constitui parte dos maiores êxitos que continuam a ser os mais populares e mais aplaudidos.

    Mas também foram apresentados novos números, alguns dos quais constam no CD que ali mesmo estava à venda, os quais também já são êxito, bem à maneira do cantor popular português que também toca acordeão, o que neste espectáculo fez muito bem.

    Conhecido pelas suas letras de estilo brejeiro e duplo sentido, Joaquim de Magalhães Fernandes Barreiros – Quim Barreiros – natural de Vila Praia de Âncora, aos 9 anos já tocava bateria no conjunto de seu pai (Conjunto Alegria). O seu primeiro disco foi lançado em 1971, juntamente com o famoso guitarrista Jorge Fontes, quando apenas tocava acordeão e folclore minhoto. A sua fama estendeu-se ao Brasil e à Galiza, e já actuou em quase todos os países onde existem comunidades de portugueses como no Canadá, Estados Unidos, Venezuela, Brasil, África do Sul, França, Alemanha, Luxemburgo, Espanha, Inglaterra, Suíça, e outros.

    Os empresários Carlos Brito e Danny mais uma vez trouxeram até estas paragens um espectáculo de sucesso, uma boa forma de relembrar o que se passa do outro lado do Atlântico.